sábado, outubro 25, 2014

Combate às drogas

Ontem quando a eleitora falou sobre o o menino na favela que foi morto pelo tráfico por causa de 50 reais, eu fiquei pensando muito no assunto. A mulher parecia sincera no desejo de querer que alguém resolva o problema do crime organizado e tráfico de drogas no Brasil. Mas, infelizmente, nenhum dos candidatos propôs algo que realmente fosse terminar com os traficantes. Resolvi escrever esse post só porque sei que no meu Facebook tem bastante gente que acredita que Aécio Neves e Dilma estão corretos em defender um combate mais forte às drogas.

Nas minhas aulas de marketing, há algum tempo, aprendi que enquanto houver demanda por um produto, haverá mercado para a oferta. Isto é, enquanto existir gente para consumir, haverá gente para vender drogas para esse público consumidor. É uma fantasia da população achar que aumentando o número de policiais, fechando fronteiras, metendo gente na cadeia e espancando usuários, que o consumo de drogas vai diminuir ou deixar de existir. Mesmo que todas essas medidas sejam tomadas, o mercado ilegal das drogas vai se remodelar, se reinventar, se transformar para atender a demanda dos consumidores. Até mesmo policiais entram no jogo de manter o sistema como está porque muitos são usuários, ou são corrompidos pelos traficantes ou mesmo tem o seu produto para a venda.

A proposta que se tem feito nas academias é de legalização. Assim, o Estado se apropria do mercado de entorpecentes e consegue tirar o usuário do contato direto com o traficante, minimizando assim os riscos de que alguém seja morto por 50 reais, como citou a eleitora do debate.

Mas a legalização é mal vista por 80% da sociedade brasileira. Muitos por motivos religiosos, tradicionais e por puro desconhecimento a respeito de cada uma delas. Tem gente, por exemplo, que acha que maconha é tão perigosa quanto o crack, quanto a heroína. Quando na verdade a maconha nunca fez uma vítima sequer. Diferente do álcool que é legalizado e causa milhares de mortes no mundo inteiro.

O debate em torno da maconha é mais forte porque muitos já reconhecem que ela não é tão perigosa assim como dizem. As pesquisas científicas já estão apontando até benefícios de seu uso, mas ela só não está disponível de forma legal porque temos a tradição de odiá-la.

Geralmente quem é contra acredita que liberando a maconha todo mundo vai sair se "chapando" por aí. Que um adolescente de 13 anos vai comprá-la tão facilmente na vendinha da esquina e que isso será perigoso até para quem não é usuário, que vai sentir desejo de usar e terá acesso mais fácil à maconha.

Contudo, é preciso alertar que da forma atual é mais fácil de encontrar a maconha e mais difícil saber quem é usuário dela. Os traficantes têm sofisticadas formas de distribuição dos seus produtos e muitos deles nós nem notamos. A maconha e outras drogas já podem estar acessíveis a seus filhos e você sequer sabe disso. Mas se estivesse legalizada, você saberia onde ela está e saberia se seu filho estivesse consumindo o produto legalizado. Seria mais fácil de trata-lo e fazê-lo abandonar o consumo desses entorpecentes.

Outra coisa que é importante saber é que existem várias propostas de legalização. Algumas falam que a maconha deve ser vendida nas farmácias com controle (como faz o Uruguai). Outros acham que deve ser liberado em clubes exclusivos para o uso, outros que acham que as pessoas devem ter o direito de produzir em casa para consumo próprio. Cada uma das propostas tem implicações diferentes. Mas não conseguimos evoluir o debate porque ainda vivemos a premissa religiosa de um combate ao mal por meio da força.

Ressalto que reconheço o perigo para a saúde que é a utilização de drogas. Não estou fazendo uma apologia ao seu uso, mas apenas reconhecendo que a atual forma de combate às drogas não funciona. Precisei me desprender de muitas tradições religiosas para entender isso como política pública e não como um valor moral da sociedade. Quer dizer, entendo o consumo de drogas como algo moralmente errado. Mas entendo que a legalização dela é uma forma de combate ao tráfico e que portanto isso não significa uma depravação moral da sociedade.

sábado, setembro 13, 2014

Interpretações malucas - Daniel na Cova dos Leões

Ainda tomo alguns sustos quando descubro que uma música que eu escuto frequentemente fala de coisas que eu nem imagino. Foi assim com "Novos Horizontes" dos Engenheiros do Hawaii, e está sendo assim agora com "Daniel na Cova das Leões" da Legião Urbana.

Gosto dessa música por causa de dois versos: 


Mas, tão certo quanto o erro de ser barco a motor

e insistir em usar os remos


Na minha antiga interpretação da música, esses versos significavam que as pessoas não aproveitavam completamente o seu potencial. E isso poderia ser para várias formas de potencial, nada muito específico.


Aí um belo dia entrei num fórum para ver como as pessoas entendiam a mesma música. E foi aí que a minha interpretação acabou mudando. De acordo com algumas pessoas, "Daniel na Cova dos Leões" fala sobre homossexualidade.


Aí comecei a pensar e ouvir a música mais atentamente.


Os primeiros versos, de fato, falam de toques físicos, relações sexuais, mas nada que 

especificasse que fosse com alguém do mesmo sexo.

Aquele gosto amargo do teu corpo

Ficou na minha boca por mais tempo.
De amargo, então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços


Então vem os versos que esclarecem tudo:


Teu corpo é meu espelho e em ti navego

E eu sei que a tua correnteza não tem direção.


Aí claramente fala de corpos iguais ou semelhantes. Se o corpo da outra pessoa é um espelho, é porque é reflete o mesmo corpo do autor da música. Foi aí que me caiu os butiá dos bolsos e que toda a música mudou, e até a parte do barco e dos remos mudou de sentido.


Mas, tão certo quanto o erro de ser barco a motor

e insistir em usar os remos

Talvez essa parte fale sobre pessoas que não aceitam. Se o sujeito é homossexual e continua tentando fingir que é hétero, é como se fosse um barco a motor e continuasse tentando usar os remos. Talvez Renato Russo estivesse falando de uma pessoa específica. Alguém que ainda não tivesse se assumido, já que em outros momentos ele fala sobre "o segredo mais sincero" e "o teu medo de ter medo de ter medo". Se formos livres para imaginar, talvez o nome do sujeito fosse até "Daniel", ou o que mais explicaria esse título? Não se tem como saber...


Só sei que fiquei surpreso quando li essa interpretação. Lógico que quando se trata de música, cada interpretação pode ser diferente. Talvez um outro sujeito, com outra história de vida, ouça a mesma música e pense que ela fala de algo diferente. Tanto que para mim, essa música falava de outros conflitos amorosos. Vai saber, né?


Não consegui "embedar" o vídeo aqui no Blogger, mas pode ouvir neste link.


Até mais.

terça-feira, agosto 12, 2014

Novos Horizontes para Robin Williams

Antes de mais nada, espero que você não concorde com este texto. Mas espero que entenda onde está indo minha mente e que não pense que eu sou tão louco assim. Vou comentar algo que exige uma dose bem alta de cuidado e não quero motivar nenhuma pessoa desequilibrada a cometer uma loucura. Então, se você anda meio depressivo, é melhor parar por aqui...

Não desistiu? Então siga adiante, mas não faça nada que vá entristecer alguém depois..


Ok. Vamos lá.


Esses dias eu conversava com um amigo meu que falava que a música "Novos Horizontes" dos Engenheiros do Hawaii era sobre a iniciação à Maçonaria do Humberto Gessinger. Na minha cabeça, essa interpretação era pura bobagem. Se bem que não adiantava nada, meu entendimento da música é tão louco quanto o dele. Vai da percepção de cada um...


Eu interpretei "Novos Horizontes" como uma música que fala sobre depressão, ruptura e suicídio. Mas nesse último ponto, de forma bem "subliminar". Vou tentar explicar de uma forma clara o que me surgiu.


A música começa com os seguintes versos:


"Corpos em movimento

Universo em expansão
O apartamento que era tão pequeno
Não acaba mais"


Quando ouço que o apartamento que era tão pequeno e que agora não acaba mais, lembro-me de alguns dias de tristeza meus em que a mente ia bem longe. Certa vez, quando tive alguns problemas relacionados ao estresse, um médico me perguntou se eu tinha "sentimento de fuga". Algo do tipo: querer abandonar suas atividades, seu trabalho, família, e partir para um outro rumo qualquer. Sim, eu tinha esse sentimento de fuga. Acho que nunca fui feliz fazendo o que os outros mandavam ao invés de fazer o que eu mesmo queria fazer. E isso te deprime em certo momento da vida. Quando você nota que está dedicando muita vida para que os outros se deem bem as suas custas, você fica chateado. Mas o pior de tudo é quando você se sente preso a sua realidade. Como sempre fui pobre, não tive outras opções a não ser trabalhar por um mísero salário mínimo (Isso me lembra outra música - "No surprises"-, quando o Thom Yorke canta "A job that slowly kills you"...)

Em determinado momento, senti que aquilo estava matando a minha vida. Eu estava virando um tipo de escravo do trabalho, da vida, dos outros, de tudo. Passava o dia inteiro recebendo ordens, às vezes umas mijadas, umas indiretas, ganhando inimigos gratuitamente, aguentando o mau humor dos outros, usando botas de jardineiro na frente da tela de um computador, e ganhando um salário de miséria. 

Foi nesse momento que veio meio o sentimento de depressão. Aquele momento de "Não tenho para onde ir, mas não quero ficar". Eu poderia trocar de emprego, mas a realidade é a mesma em qualquer lugar. Não há escapatória quando você nasceu pobre. Uma hora você sente que precisa romper com tudo, que você tem que se desconectar dessa coisa louca e procurar um Novo Horizonte. Então, eu voltei para minha cidade natal para terminar a faculdade de jornalismo e fazer algo que eu gostasse. Diziam-me na época que o conhecimento abriria portas para mim, que eu teria outras oportunidades. Só que então o sentimento de ruptura se acentuou, mas isso não vem ao caso agora. Conto numa outra postagem em outro dia...

Entendo que "aquele sentimento que era passageiro" e que agora "não acaba mais", toma conta da gente. Num certo momento da vida, você percebe que tudo é ruim, tudo incomoda, tudo é problemático. Então você tem três caminhos a tomar: ou você abraça uma causa na qual você se engaja para o resto da vida e luta por ela, ou você desiste e vai para sua casa tentar ser um ignorante de novo para tentar feliz. (ignorance is bliss - Ramones), ou ainda se corrompe e tenta dominar os outros com a inteligência que você tem.

Eu tomei a primeira opção. Preferi abraçar algumas causas e lutar por elas para o resto da vida, ou até eu desistir. E quando se desiste, aí que é que começa de novo o problema...

Quando desiste, você sente que precisa de novos horizontes outra vez. Mas e se a vida não te dá mais opções? Você já se decepcionou o bastante para continuar e sabe que não vai conseguir ficar em casa de pijama assistindo TV, porque você não aguenta. Ignorância não tem nada a ver com você. E você também não consegue se corromper. Você fica num beco sem saída porque não sabe o que vai ser da sua vida...

Tudo o que você quer neste momento é "explodir as grades e voar". Você "não [tem] para onde ir, mas não [quer] ficar". Precisa se libertar de alguma forma, mas não sabe como. Até que então, surge a ideia mais louca que poderia surgir. Você sente que a vida chegou ao final e que você não tem mais nada para fazer aqui. Que é hora de parar porque continuar a existir aqui te faz infeliz.

"Novos horizontes
Se não for isso, o que será?
Quem constrói a ponte
Não conhece o lado de lá"


A gente ainda não conhece o outro lado. Mas quem pensa em ir, supõe que esse outro lado exista ("todo suicida acredita na vida depois da morte" - Engenheiros do Hawaii)

Pensar na morte chega a parecer tentador. Pode ser um mundo maravilhoso, mais legal, menos doloroso... quem sabe? Em contraste com essa vida triste que a gente tem aqui, explorar um mundo novo pode parecer interessante... E é neste ponto que se percebe que "O que não tem fim sempre acaba assim". Essa é a última forma de libertação que o indivíduo pensa que tem, e nesta altura ele já não tem medo porque superou a necessidade de vida...

-x-

Neste dia 11 de agosto, muitos ficaram chateados pela morte do ator Robin Williams. As notícias diziam que ele sofria de depressão, que lutava contra o alcoolismo e que era investigada a hipótese de suicídio. Quando ouvi a notícia, imediatamente lembrei da música dos Engenheiros do Hawaii.

Não fiquei triste por ele. Talvez ele tenha se libertado enquanto não percebíamos que somos nós que estamos presos aqui. Se foi suicídio mesmo, em breve saberemos. Mas fato é que essas pessoas não se sentem bem aqui na nossa vida. Não gostam de se sentir reguladas. Não suportam sua impotência diante da crueldade do mundo. E odeiam quando percebem que estão presas...

Acho que essas pessoas muito geniais chegam nestes pontos de crise que eu citei anteriormente mais facilmente. Deve ser complicado para elas perceberem que precisam de um novo horizonte e acabar não encontrando nada por aqui...

Caminhando por essas veredas, tem um texto que saiu no Estadão (mais lúcido do que este aqui) que explica até onde vai a loucura desses artistas.

-x-

Mas antes que você fique preocupado, não estou pensando em suicídio. hehehe

Aprendi a valorizar o que a vida tem de bom. Gosto de dias de sol, de jogar volei, de ver o mar, de tomar um banho de chuva, de conversar com meus amigos e não pretendo me desfazer desses momentos prazerosos tão cedo. Mas confesso que estou rompendo com muita coisa na minha vida. Já não penso em uma carreira de sucesso, por exemplo. Algumas coisas não têm mais valor e quero me desfazer para não ser infeliz. Mas não pretendo provocar minha própria morte para isso.

Mas se, de fato, o Robin Williams cometeu suicídio, não o julgo por isso. Nem o Phillipp Seymour Hoffmann, que morreu devido ao uso de drogas. Nem ninguém que achou que já estava na hora de sair. Aliás, acho que alguns ainda vão se despedir antes do que a gente prevê nesse meio artístico. Sempre suspeitei que esses caras muito geniais não gostam de estar presos, aí se "soltam". E acho que há alguns que ainda vão concluir a vida antes que a natureza decida levá-los.

São pessoas que estão explorando novos horizontes...


NOTA: É sempre bom retomar o que eu disse no início: "espero que você não concorde com este texto. Mas espero que entenda onde está indo minha mente e que não pense que eu sou tão louco assim".

terça-feira, janeiro 24, 2012

A verdade é?

Sinceramente, qualquer cidadão consciente consegue visualizar situações que acontecem em nossa querida cidade de Santa Maria, e que, passam “despercebidas” por parte da Prefeitura Municipal, que na maioria das vezes, é o poder competente para solução de tais problemas.
Referindo-me ao trânsito em nosso município, como todos nós sabemos, é um cenário caótico que se arrasta a cada ano, e nada é feito, felizmente, em 2011 iniciaram mudanças com inclusão de sinaleiras, pinturas de faixas, etc., que mostram um empenho por parte do gestor público em fazer o mínimo, mas não é só por aí que as coisas mudam, e creio não estar errado e não ter o pensamento único.
Fui contrariado, pois isso é questão de “educação”, que o povo de Santa Maria é mal educado, palavras essas, de determinado assessor do Prefeito Municipal, tudo bem, até pode ser (eu tenho consciência que não sou mal educado, agora quem sabe esse não está rodeado de más amizades?), mas se o cidadão não é consciente, desrespeita as leis, não seria DEVER do Poder Público penalizá-lo quando acionado, aplicando as leis existentes, no caso, através da fiscalização de trânsito?
Esse é outro ponto lamentável em nosso Município, é praticamente inexistente, as justificativas para tal ineficácia da fiscalização são as mais diversas, por parte do Poder Público, preponderando a falta de efetivo, e aí pergunto, por qual motivo não fazer concurso público para preenchimento de uma demanda muito grande da cidade? Será que estão morando em outro Município? Ou será que não existem demandas?
Mas algo que me deixou muito frustrado, e aí penso que, como acadêmico de Direito que tudo o que aprendemos, ou quase tudo, é demagogia, pois quando fiz essa ponderação, que creio ser válida (ora, aprendi que, se o cidadão não respeita a lei deve ser penalizado), esse mesmo membro do governo vem dizer que “é um deboche” minhas considerações, pois ele diz “ter fiscal para cuidar de mal educados”, mas aí pergunto, não é esse o DEVER? Falar algo correto, ou não do ponto de vista dele, é um “deboche”?
Queria entender se, eu, como cidadão, que sei dos meus direitos e deveres estou errado, ou se, um assessor que parece viver “longe” da cidade é quem tem real conhecimento das situações presenciadas DIARIAMENTE?
Sugeri a esse que, ligue para a Gerência de Trânsito, sem identificar-se como funcionário do Prefeito, para que verifique qual será o tratamento dado, ou melhor, a PROVIDÊNCIA tomada.
A culpa é de quem? Não sei, só tenho certeza que não é dos agentes de trânsito, afinal, tiveram que suar e muito para ocupar um cargo público através de concurso, mas talvez seja de outras pessoas que não vivem em nossa Santa Maria, estão aqui por motivos “desconhecidos”.
Desculpem-me o desabafo, mas é de um jovem acadêmico, que nasceu mora e pretende morar em Santa Maria, que percebe situações totalmente contraditórias a lei, mas que, nada é feito, com alegações falhas, improcedentes e que devem ser coibidas, afinal, não vivemos mais em tempos que, políticos tentam calar a boca dos outros com qualquer justificativa besta, tornando uma terra sem lei!
Ah, vou escrever um artigo relacionando a “I”legalidade e o trânsito de Santa Maria, vamos ver se, pautado na legalidade e moralidade, esse passa a compreender o pensamento.
LUCAS SACCOL M.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

O RS não tá pra peixe!


   Ao chegar de viagem pela parte da tarde, peguei as correspondências na caixinha do correio e os jornais. No Diário de Santa Maria estava a charge anexada acima, brilhante, é claro, como toda boa charge, mas como era de se esperar, também cumpre um de seus requisitos: caricaturar algum acontecimento em especial.

   Viajando pelas pradarias do RS - Uruguaiana, Quaraí, Rosário do Sul, Santana do Livramento - deu pra ver que a coisa não tá pra peixe, nem pra boi, nem pra soja, nem pra pasto, nem pra nada! Mi querido Rio Uruguay está dando pra atravessar caminhando! E pior, a previsão do tempo não marca um pingo d'água! São perdas em plantações com mais de 70% da safra. Mais de 43 cidades declararam situação de emergência.

    Pra quem pode, a solução é pegar o carro e fazer como canta o Armandinho: "Eu pego a freeway e vou dar um banho lá no pier de Tramanda", agora pra quem não pode: senta e espera a próxima charge.

   Buenas!

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Olá Pessoal! Bem Vindos ao Picasso do Pedaço!

   Esperamos que vocês gostem de nosso blog. Nele trataremos de assuntos diversificados. Desde polêmicas de jornais, música, cultura pop, pérolas do cotidiano, assuntos engraçados, filmes, acontecimentos históricos, filosofia, humor,descobertas cientificas,resenhas literárias entre outros. 

   Nosso blog terá quatro autores: Camilla Milder, graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela UFSM e atualmente mestranda em Patrimônio Cultural na mesma instituição; Cirilo Hoch, acadêmico de história na UFSM; Jeferson Balbueno, acadêmico de administração na Ulbra e Eduardo Milder, acadêmico em Psicologia na Ulbra.

   Esperamos que vocês gostem de nosso trabalho.
   Um abraço.
   Equipe Picasso do Pedaço.